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Mostrando postagens de setembro, 2023
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NÃO ERRE MAIS! Dê mais , De mais e Demais ... Dê mais: saiba como usar... A expressão "Dê mais" é formada pelo verbo "dar" conjugado na terceira pessoa do singular do imperativo afirmativo, seguido do advérbio de intensidade "mais". É utilizada para expressar um pedido ou uma sugestão para que alguém dê algo em maior quantidade ou intensidade. Exemplo: "Dê mais atenção aos detalhes do texto antes de enviar.". De mais e demais: saiba a diferença! A expressão "De mais" é formada pela preposição "de" seguida do advérbio de intensidade "mais". É utilizada para indicar excesso ou quantidade superior ao necessário. Exemplo: "Comi de mais na festa e acabei passando mal." E a expressão "Demais" é um advérbio de intensidade que indica excesso, quantidade superior ao necessário ou algo que vai além do esperado. Pode ser utilizado como sinônimo de "muito" ou "além disso". Exemplo...
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Dicas gramaticais: enfim ou em fim Em fim ou em fim: como usar corretamente A palavra "enfim" é um advérbio de tempo que significa "por fim", "finalmente" ou "afinal". É utilizada para indicar conclusão ou finalização de algo. Por exemplo: "Enfim, chegamos ao nosso destino". Já a   expressão "em fim" é uma locução adverbial de tempo que indica o final de algo. É utilizada para indicar o término de uma situação ou período. Por exemplo: "Estamos em fim de semestre". Nota importante É importante observar que ambas as formas estão corretas na língua portuguesa, porém devem ser utilizadas de acordo com o contexto e o significado desejado. Conclusão Existem ferramentas online que podem auxiliar no aprendizado da gramática e ortografia, como corretores ortográficos e gramaticais. Essas ferramentas podem ser úteis para verificar a escrita correta de expressões gramaticais. Também é recomendado buscar dicas de port...
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Dicas gramaticais: Endo, Indo, Ando Sulfixos Endo, Indo, Ando Vamos  explorar aqui algumas dicas gramaticais relacionadas aos sufixos "endo", "indo" e "ando". Esses sufixos são utilizados em verbos para indicar ações em andamento ou continuidade. Gerúndio e particípio: saiba mais O gerúndio é formado pelos sufixos "ando", "endo" e "indo" e é utilizado para indicar a continuidade de uma ação. Por exemplo: "cantando", "correndo", "sorrindo". Já o particípio é formado pelos sufixos "ado" e "ido" e é utilizado para indicar a conclusão de uma ação. Por exemplo: "amado", "corrido", "sorrido". Gerundismo: tome cuidado ao redigir! É importante destacar que o gerúndio não deve ser utilizado para indicar ações futuras, pois essa não é sua função gramatical correta. O uso incorreto do gerúndio para indicar ações futuras é chamado de gerundismo. Exem...
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Isso ou isto? Saiba como usar corretamente! Como usar isso Isto é usado quando o que está a ser demonstrado está perto da pessoa que fala, bem como no tempo presente em relação à pessoa que fala. Usa-se ainda para referir o que vai ser mencionado no discurso,   fazendo referência a uma informação que ainda não foi mencionada no texto. Exemplos: Isto aqui é meu   Não sei onde colocar isto. Como usar isto Isso é usado quando o que está a ser demonstrado está longe da pessoa que fala e perto da pessoa a quem se fala ou no tempo passado em relação à pessoa que fala. Usa-se ainda fazendo referência a uma informação antes mencionada no texto. Exemplos: Isso aí é seu. / Isso que aconteceu foi horrível! Conclusão Existem ferramentas online que podem auxiliar no aprendizado da gramática e ortografia, como corretores ortográficos e gramaticais. Essas ferramentas podem ser úteis para verificar a escrita correta de expressões gramaticais. Também é recomendado buscar dicas de p...
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Uso gramatical de "Mal" e "Mau": saiba a diferença! Não seja mau, use essa palavra corretamente... "Mau" é sempre um adjetivo usado para descrever algo ou alguém de forma negativa, ou seja, representar maldade, má índole. Por exemplo: "Ele é um homem mau, só pratica o mal.”. Use a gramática corretamente para não pegar mal! "Mal", por sua vez, pode ser um advérbio de modo, um substantivo ou uma conjunção. Como advérbio, a palavra indica que algo não foi bem feito. Por exemplo: "Ele se sentiu mal após comer aquela comida.". Conclusão Existem ferramentas online que podem auxiliar no aprendizado da gramática e ortografia, como corretores ortográficos e gramaticais. Essas ferramentas podem ser úteis para verificar a escrita correta de expressões gramaticais. Também é recomendado buscar dicas de português em blogs, sites especializados e materiais de referência. Fonte: Google
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Veja essas dicas gramaticais sobre “mais” e “mas”. Tome cuidado com a gramática! As palavras "mais" e "mas" possuem significados e usos distintos na língua portuguesa: " Mas " é utilizado como uma conjunção adversativa, indicando oposição ou contrariedade. Ex.: “ Fez muita força para abrir a janela, mas não conseguiu” . Já o vocábulo " mais " é usado como um advérbio de intensidade, indicando quantidade ou aumento de algo. Ex.: Ele fez mais serviços durante o ano. Conclusão. Existem ferramentas online que podem auxiliar no aprendizado da gramática e ortografia, como corretores ortográficos e gramaticais. Essas ferramentas podem ser úteis para verificar a escrita correta de expressões gramaticais. Também é recomendado buscar dicas de português em blogs, sites especializados e materiais de referência. Até a próxima! Fonte: Google
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Preste atenção ao usar os termos “senão” e “se não”! Se não ou senão: qual é a forma correta? A dúvida entre "se não" e "senão" é outra dúvida comum entre os falantes da língua portuguesa. Ambas as expressões existem, mas têm significados e usos diferentes. Se não é uma expressão composta pela conjunção condicional "se" e pelo advérbio de negação "não". É usada para indicar uma condição ou hipótese. Exemplos: Se não chover, vamos ao parque. Se não estudar, não vai passar no vestibular. Se não trabalhar, não vai ganhar dinheiro. Senão é uma conjunção adversativa que indica oposição ou contraste. Pode ser usada para substituir "exceto", "a não ser", "porém" ou "mas". Exemplos: Não vou à festa, senão vou chegar atrasado. Ele não é inteligente, senão seria aprovado no concurso. Não quero ir ao cinema, senão vou ficar com sono. Para evitar erros, é im...
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Não seja distraído e redija corretamente! Seja ou seje: qual é a forma correta? A dúvida entre "seja" e "seje" é uma das mais comuns entre os falantes da língua portuguesa. Ambas as palavras existem, mas têm significados e usos diferentes. Seja é a forma correta do verbo "ser" no presente do subjuntivo (primeira e terceira pessoas do singular) e no imperativo (terceira pessoa do singular). Exemplos: Espero que ele seja aprovado no concurso. Seja bem-vindo à nossa cidade. Deseje que ele seja feliz. Seje é uma forma incorreta do verbo "ser". É uma variação regional que é usada em algumas regiões do Brasil, mas não é considerada correta pela norma culta da língua portuguesa. Exemplos de uso incorreto: Espero que ele seje aprovado no concurso. Seja bem-vindo à nossa cidade. Deseje que ele seje feliz. Para evitar erros, é importante lembrar que a forma correta do verbo "ser" no presente do...
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Tenha certeza ao uso de "Com Certeza" Com certeza ou concerteza? Uma dúvida comum entre os falantes da língua portuguesa é se a expressão "com certeza" se escreve separadamente ou junta. A resposta é simples: "com certeza" se escreve separadamente. A expressão "com certeza" é uma locução adverbial de afirmação, formada pela preposição "com" e pelo substantivo "certeza". A preposição "com" indica que a afirmação é feita com certeza, ou seja, sem dúvida. A expressão "com certeza" é usada para enfatizar uma afirmação ou para dar ênfase a uma ideia. Exemplos: Com certeza, eu vou te ajudar. Ele estará aqui com certeza. Com certeza, é um bom negócio. Preste atenção nesta dica! A expressão "concerteza" não existe na língua portuguesa. É um erro de ortografia que ocorre quando a preposição "com" e o substantivo "certeza" são escritos juntos. Exemplo de...
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"Ver" e "nada haver": saiba a diferença! Tome cuidado ao redigir! A dúvida entre "ver" e "nada haver" é uma das mais comuns entre os falantes da língua portuguesa. Ambas as expressões existem, mas têm significados e usos diferentes. Ver é um verbo que significa "perceber com os olhos" ou "compreender". É usado para falar sobre a percepção de algo através da visão ou do entendimento. Exemplos: Eu vi o acidente acontecer. Não vi nada de errado com o seu trabalho. Ele não viu que eu estava ali. Nada haver é uma expressão que significa "não ter relação" ou "não ter nada a ver". É usada para negar uma relação entre duas coisas. Exemplos: A sua opinião não tem nada a ver com a minha. O preço do produto não tem nada a ver com a qualidade. Aquilo não tem nada a ver com o que estamos discutindo. Para evitar erros, é importante lembrar que "ver" é um ...
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Pleonasmo: vício ou regra? Pleonasmo: o que é? O pleonasmo é uma figura de linguagem que consiste na repetição de um termo ou de uma ideia no mesmo enunciado, gerada pelo uso de termos diferentes que, no entanto, produzem o mesmo significado. A palavra "pleonasmo" vem do grego "pleonasmos", que significa "superabundância". No português, o pleonasmo pode ser considerado um vício de linguagem ou um recurso estilístico. Pleonasmo vicioso O pleonasmo vicioso é considerado um vício de linguagem porque acrescenta uma informação desnecessária ao discurso. Nesse caso, a repetição é feita de maneira involuntária, por falta de atenção na construção do enunciado ou por desconhecimento do significado exato dos termos utilizados. Exemplos de pleonasmo vicioso: Avançar adiante Baixar abaixo Deambular sem rumo Entrar adentro Meter dentro Sacar fora Sair afuera Subir arriba Pleonasmo literário O pleonasmo literário é considerado um recurso...
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Para mim ou para eu? Qual é o certo? "Para mim" ou "para eu"? Essa é uma dúvida comum entre os falantes da língua portuguesa. Afinal, as duas expressões parecem significar a mesma coisa, mas não é bem assim. Na verdade, "para mim" e "para eu" têm significados e usos diferentes. A expressão "para mim" é usada quando o pronome pessoal "mim" é objeto indireto, enquanto a expressão "para eu" é usada quando o pronome pessoal "eu" é sujeito. Quando usar "para mim" O pronome pessoal "mim" é usado como objeto indireto quando a ação do verbo recai sobre ele. Nesse caso, o pronome "mim" vem depois da preposição "para". Exemplos: O professor explicou a matéria para mim. Comprei um presente para mim. O João deixou o livro para mim. Quando usar "para eu" O pronome pessoal "eu" é usado como sujeito quando ele é a pessoa que ...